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Domésticas (2000)

Domésticas é um filme brasileiro, do gênero cômico, de 2000, dirigido por Nando Olival e Fernando Meirelles. É baseado na peça homônima de Renata MeloO Estado de S. Paulo elogiou o filme dizendo que ele consegue fugir o rumo da peça original, conseguindo assim ser engraçado sem ofender as domésticas. Os diálogos foram elogiados e o crítico do jornal gostou do fato dos diretores terem feito “um filme popular” ao invés de “uma abordagem sociológica”.

Prêmios

O filme foi premiado no Festival de Cinema de Recife, em 2001, nas categorias melhor fotografia e melhor atriz coadjuvante, este último concedido pelo trabalho conjunto das atrizes Cláudia Missura, Graziella Moretto, Lena Roque, Olivia Araújo e Renata Melo. No Cine Ceará, as cinco também foram premiadas, porém desta vez na categoria “melhor atriz”. Thiago Moraes ganhou o prêmio de melhor ator, Eduardo Estrela ganhou o de melhor ator coadjuvante e André Abujamra ganhou o de melhor música no Festnatal. Domésticas ganhou o Prix de la Jeunesse no Fim Festival Brugge e foi selecionado para o Tiger Awards no Festival de Cinema de Roterdã.4 Foi eleito o melhor filme no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, onde também ganhou o nas categorias melhor roteiro e melhor atriz revelação (Graziella Moretto).

 

Durval Discos (2002)

Durval Discos é um filme brasileiro de 2002, dirigido por Anna Muylaert. A história gira em torno de Durval, que em plena era do CD insiste em continuar vendendo discos de vinil (LP). este filme é uma realização de estúdio de uma distribuição pela Europa Filmes, e pelo apoio da TV Cultura e o Governo do Estado de São Paulo. A TV Cultura foi exibido no programa Cine Brasil (TV Cultura).

Grande Prêmio Cinema Brasil

  • Recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora.

Festival de Gramado

  • Ganhou sete Kikitos de Ouro, no Festival de Gramado de 2002, nas categorias de Melhor Filme, Prêmio do Júri Popular, Prêmio da Crítica, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte.

Cine PE – Festival do Audiovisual

  • Recebeu as premiações de melhor roteiro, melhor atriz (Etty Fraser) e melhor direção de arte. no Cine PE – Festival do Audiovisual, novo nome dado ao antigo Festival de Recife, 2003.

Deus é Brasileiro (2003)

Deus é Brasileiro é um filme brasileiro de 2003, uma comédia dirigida por Cacá Diegues. O roteiro é baseado no conto“O Santo que não Acreditava em Deus”, de João Ubaldo Ribeiro, e adaptado por Cacá Diegues, João Emanuel Carneiroe Renata de Almeida.

A fotografia é de Affonso Beato e a trilha sonora foi idealizada por Chico Neves, Hermano Viana e Sérgio Mekler.

As filmagens aconteceram nos estados de Tocantins, Alagoas, Rio de Janeiro e Pernambuco.

Cansado dos erros cometidos pela humanidade, Deus (Antônio Fagundes) resolve tirar umas férias nas estrelas. Mas, para isso, ele precisa encontrar um santo que se ocupe de seus deveres enquanto ele estiver ausente. Resolve procurá-lo no Brasil, país muito religioso que, no entanto, nunca teve um santo reconhecido oficialmente. O guia de Deus pelo Brasil será Taoca (Wagner Moura), esperto borracheiro e pescador que enxerga, nesse encontro inesperado, a oportunidade de resolver seus problemas materiais. Mais tarde, se junta aos dois a solitária Madá (Paloma Duarte), uma jovem tomada por uma grande paixão. Do litoral de Alagoas ao interior do Tocantins, passando por Pernambuco, Taoca, Madá e Deus vivem diferentes aventuras enquanto procuram por Quinca das Mulas (Bruce Gomlevsky), o candidato de Deus a santo.1

Ó Pai, Ó

Ó Paí, Ó é um filme brasileiro do gênero comédia musical, lançado em 2007, dirigido por Monique Gardenberg e com roteiro baseado em uma peça de Márcio Meirelles. Tem como coordenador de trilha sonora Caetano Veloso. É estrelado, em sua maioria, por atores do Bando de Teatro Olodum, grupo que também encena o texto no teatro. É também o episodio piloto da série de TV do mesmo nome.

O filme conta a história dos moradores de um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador. Tudo se passa no último dia do Carnaval, em meio a muita música, dança e alegria. Até que Dona Joana, uma evangélica, incomodada com a farra dos condôminos, decide acabar com a festa, fechando o registro de água do prédio.

Embora contenha um tom de comédia, este filme revela um lado desconhecido da cidade de Salvador, do seu carnaval e o contraste social. Toca em assuntos como violência, drogas, mídia, preconceito e racismo.

Tapete Vermelho (2006)

Tapete Vermelho é um filme brasileiro de 2006, do gênero comédia, com roteiro de Rosa Nepomuceno e direção de Luiz Alberto Pereira.

Quinzinho (Matheus Nachtergaele) tem uma promessa a cumprir: levar seu filho, Neco (Vinícius Miranda), à cidade para assistir a um filme do Mazzaropi. Eles moram num pequeno sítio no interior de São Paulo. Nessa verdadeira odisséia por cidades do interior paulista, ele também leva sua esposa Zulmira (Gorete Milagres), que parte a contragosto, e o burro Policarpo. Na jornada, eles encontram peculiaridades regionais e passam por situações mágicas, relacionadas à crendice popular.

Não se preocupe, nada vai dar certo (2011)

Não se Preocupe, nada Vai Dar Certo! é um filme brasileiro do gênero comédia lançado em 2011, dirigido por Hugo Carvana. O filme foi indicado no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema 2012 na categoria “Melhor Trilha Sonora”, de Edu Lobo.

Lalau Velasco (Gregório Duvivier) viaja com seu pai Ramon Velasco (Tarcísio Meira) em uma kombi fazendo suas apresentações por todo o Brasil. Lalau que já foi um ator de novelas, naquele momento estava fazendo stand-up comedy baseado em seu pai, para conseguir financiar um espetáculo futuro. Ao conhecer Flora (Flávia Alessandra), uma jornalista do Rio de Janeiro, ela propõe a eles que viajem com ela para o Rio, fazendo com que Lalau interprete um guru indiano e que faça workshops para a empresária Carol (Ângela Vieira).2 Dispostos a ganhar dinheiro fácil, eles viajam com a jornalista. Vestido a caráter, Lalau se passa por um indiano impressionando Carol que também está prestes a ser candidata a senadora, fazendo com que ela o convide a voltar novamente. Após várias consultas, ela o chama a visitar sua casa. Após ele tomar uma bebida, ele acorda no outro dia com ela do lado morta. Com isso, ele torna o principal suspeito de matar a moça. Ramon Velasco se passa por um advogado, tentando desvendar qual seria a causa da morte da empresária.

O Palhaço (2011)

O Palhaço é um premiado filme brasileiro de 2011 dirigido, co-escrito e estrelado por Selton Mello. É o segundo filme longa-metragem dirigido por Mello, o anterior foi Feliz Natal (2008).3 O filme foi escolhido entre 15 longas brasileiros, para tentar uma vaga na categoria Melhor filme estrangeiro na 85º Edição do maior prêmio do cinema mundial, que seria entregue no dia 24 de fevereiro de 2013,4 porém o filme não foi escolhido entre os 5 para disputar o prêmio em Los Angeles perdendo para filmes da Áustria, Canadá, Chile, Dinamarca, Islândia, Noruega, Romênia e Suíça.

O Palhaço conta a história vivida pelo palhaço Benjamin (Selton Mello) e seu pai Valdemar (Paulo José) num circo mambembe durante os anos 70.3 Benjamin, então, decide viver como um funcionário comum e isto afeta todos ao seu redor e ele próprio.3 Posteriormente, triste, cai na real e vê que ser palhaço é a única coisa que pode fazer e que faz as pessoas rirem espontaneamente.3

Reflexões de um liquidificador (2009)

Comédia de André Klotzel.

Elvira (Ana Lúcia Torre) é uma dona de casa que passa por um momento agitado em sua vida. Onofre (Germano Haiut), seu marido, desapareceu há alguns dias e ela resolve ir à polícia dar queixa do sumiço. A trajetória do casal é narrada pelo liquidificador (Selton Mello) de Elvira, que ganhou vida quando, tempos atrás, Onofre trocou sua hélice por outra bem maior.

Saneamento Básico, o Filme (2007)

Saneamento Básico, o Filme é um filme brasileiro de 2007 do gênero comédia, dirigido e escrito por Jorge Furtado, produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre e distribuído pela Columbia Pictures do Brasil.

Os moradores da fictícia Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos localizada na Serra Gaúcha, reúnem-se para tomar providências a respeito da construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. Eles elegem uma comissão, que é responsável em fazer o pedido junto à sub-prefeitura. A secretária do prefeito reconhece a necessidade da obra, mas informa que não há verba para realizá-la. Entretanto, a prefeitura dispõe de quase R$10.000 para a produção de um filme. Este dinheiro foi dado pelo governo federal e, se não for usado, será devolvido em breve. Surge então a idéia de usar a quantia para realizar a obra e rodar um filme sobre a própria obra. Porém, a retirada da quantia depende da apresentação de um roteiro e de um projeto do filme, além de haver a exigência que ele seja de ficção. Desta forma os moradores se reúnem para elaborar um filme barato, que conta a história de um monstro que vive nas obras de construção de uma fossa.

Prêmios

  • Melhor Filme pelo Júri Popular do 10º Festival do Cinema Brasileiro de Paris, 2007.
  • Prêmio Luiz César Cozzatti: “Destaque Gaúcho” de 2007 segundo a Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS).
  • 3º Prêmio Contigo de Cinema Nacional, 2008: Melhor atriz do júri popular (Fernanda Torres)