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Febre do Rato (2012)

Febre do Rato (direção Cláudio Assis) é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo, um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida, uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta. (http://itaucinemas.com.br/filme/febre-do-rato)

Crítica: http://lounge.obviousmag.org/polimorfismo_cultural/2013/04/febre-do-rato-a-volta-do-cinema-marginal-brasileiro.html

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Cidade Baixa (2005)

Cidade Baixa é um filme brasileiro dirigido por Sérgio Machado. A produção é de Maurício Andrade Ramos e Walter Salles. A fotografia de Toca Seabra. A trilha sonora é de Carlinhos Brown e Beto Villares.

É um triângulo amoroso entre uma prostituta e dois homens que fazem transporte marítimo. Eles seguem para a Cidade Baixa de Salvador. Entre as dificuldades de relacionamento, o filme mostra o cotidiano das pessoas dessa região. Fala de pobreza, drogas, prostituição e violência.

Deco (Lázaro Ramos) e Naldinho (Wagner Moura) se conhecem desde garotos, sendo difícil até mesmo falar em um sem se lembrar do outro. Eles ganham a vida fazendo fretes e aplicando pequenos golpes a bordo do Dany Boy, um barco a vapor que compraram em parceria. Um dia surge Karinna (Alice Braga), uma stripper que deseja arranjar um gringo endinheirado no carnaval de Salvador a quem a dupla dá uma carona. Após descarregarem em Cachoeira, Deco e Naldinho vão até uma rinha de galos. Naldinho aposta o dinheiro ganho com o frete, mas se envolve em confusão e termina recebendo uma facada. Deco defende o amigo e ataca o agressor, mas os dois são obrigados a fugir no barco, pois Naldinho está ferido. Na fuga, Karinne ajuda a dupla e vai com eles rumo a Salvador. Enquanto Naldinho se recupera, Deco tenta conseguir dinheiro para ajudar o amigo. Aos poucos a atração entre eles cresce, criando a possibilidade de que levem uma vida a três.

Domésticas (2000)

Domésticas é um filme brasileiro, do gênero cômico, de 2000, dirigido por Nando Olival e Fernando Meirelles. É baseado na peça homônima de Renata MeloO Estado de S. Paulo elogiou o filme dizendo que ele consegue fugir o rumo da peça original, conseguindo assim ser engraçado sem ofender as domésticas. Os diálogos foram elogiados e o crítico do jornal gostou do fato dos diretores terem feito “um filme popular” ao invés de “uma abordagem sociológica”.

Prêmios

O filme foi premiado no Festival de Cinema de Recife, em 2001, nas categorias melhor fotografia e melhor atriz coadjuvante, este último concedido pelo trabalho conjunto das atrizes Cláudia Missura, Graziella Moretto, Lena Roque, Olivia Araújo e Renata Melo. No Cine Ceará, as cinco também foram premiadas, porém desta vez na categoria “melhor atriz”. Thiago Moraes ganhou o prêmio de melhor ator, Eduardo Estrela ganhou o de melhor ator coadjuvante e André Abujamra ganhou o de melhor música no Festnatal. Domésticas ganhou o Prix de la Jeunesse no Fim Festival Brugge e foi selecionado para o Tiger Awards no Festival de Cinema de Roterdã.4 Foi eleito o melhor filme no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, onde também ganhou o nas categorias melhor roteiro e melhor atriz revelação (Graziella Moretto).

 

Durval Discos (2002)

Durval Discos é um filme brasileiro de 2002, dirigido por Anna Muylaert. A história gira em torno de Durval, que em plena era do CD insiste em continuar vendendo discos de vinil (LP). este filme é uma realização de estúdio de uma distribuição pela Europa Filmes, e pelo apoio da TV Cultura e o Governo do Estado de São Paulo. A TV Cultura foi exibido no programa Cine Brasil (TV Cultura).

Grande Prêmio Cinema Brasil

  • Recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora.

Festival de Gramado

  • Ganhou sete Kikitos de Ouro, no Festival de Gramado de 2002, nas categorias de Melhor Filme, Prêmio do Júri Popular, Prêmio da Crítica, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte.

Cine PE – Festival do Audiovisual

  • Recebeu as premiações de melhor roteiro, melhor atriz (Etty Fraser) e melhor direção de arte. no Cine PE – Festival do Audiovisual, novo nome dado ao antigo Festival de Recife, 2003.

Deus é Brasileiro (2003)

Deus é Brasileiro é um filme brasileiro de 2003, uma comédia dirigida por Cacá Diegues. O roteiro é baseado no conto“O Santo que não Acreditava em Deus”, de João Ubaldo Ribeiro, e adaptado por Cacá Diegues, João Emanuel Carneiroe Renata de Almeida.

A fotografia é de Affonso Beato e a trilha sonora foi idealizada por Chico Neves, Hermano Viana e Sérgio Mekler.

As filmagens aconteceram nos estados de Tocantins, Alagoas, Rio de Janeiro e Pernambuco.

Cansado dos erros cometidos pela humanidade, Deus (Antônio Fagundes) resolve tirar umas férias nas estrelas. Mas, para isso, ele precisa encontrar um santo que se ocupe de seus deveres enquanto ele estiver ausente. Resolve procurá-lo no Brasil, país muito religioso que, no entanto, nunca teve um santo reconhecido oficialmente. O guia de Deus pelo Brasil será Taoca (Wagner Moura), esperto borracheiro e pescador que enxerga, nesse encontro inesperado, a oportunidade de resolver seus problemas materiais. Mais tarde, se junta aos dois a solitária Madá (Paloma Duarte), uma jovem tomada por uma grande paixão. Do litoral de Alagoas ao interior do Tocantins, passando por Pernambuco, Taoca, Madá e Deus vivem diferentes aventuras enquanto procuram por Quinca das Mulas (Bruce Gomlevsky), o candidato de Deus a santo.1

O homem das multidões (2014)

Baseado em um conto homônimo de Edgar Allan Poe, o filme “O Homem das Multidões” consolida uma parceria entre dois diretores de estilos distintos dentro do cinema brasileiro.

De um lado, está o mineiro Cao Guimarães, com um percurso ligado à videoarte e filmes ensaísticos, como “Acidente” (07), “Andarilho” (07) e “A Alma do Osso” (04). Do outro, o pernambucano Marcelo Gomes, traçando seu caminho sobre filmes calcados na vivência de seus personagens, caso de “Cinema, Aspirinas e Urubus” (05) e “Era Uma Vez Eu, Verônica” (12), sem contar outra parceria, com o cearense Karim Ainouz, no poético “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo” (09).

Os dois estilos se complementam à perfeição em “O Homem das Multidões”, que teve sua première mundial na seção Panorama do Festival de Berlim, iniciando ali a circulação por vários outros festivais, como Guadalajara, Toulouse e Rio (dos quais saiu premiado).

Construindo sua narrativa sobre silêncios e imagens, bem mais do que sobre diálogos, o filme arma um enredo em que a solidão é protagonista, a tônica da vida de dois personagens: o condutor de metrô Juvenal (Paulo André, ator do grupo teatral mineiro Galpão) e sua supervisora, Margô (Sílvia Lourenço, de “Contra Todos”).

Juvenal mora sozinho num pequeno apartamento em Belo Horizonte, num ambiente asséptico como um laboratório: poucos móveis, sem enfeites, uma geladeira quase vazia. Fora do trabalho, ele se debate com a insônia, passando as noites olhando a cidade do alto pela varanda, ouvindo rádio e fazendo faxina.

Nenhum amigo, nenhuma namorada, nem mesmo um computador pessoal. Na maior parte do tempo, ele fala mesmo sozinho. Eventualmente, procura a companhia de uma prostituta.

No trabalho, Margô é praticamente sua única amiga. Embora ela seja aparentemente mais falante e sociável, ambos são solitários, cada um à sua maneira.

As relações de Margô são praticamente todas virtuais, exceto o pai (Jean-Claude Bernardet), com quem ela ainda mora. Até o noivo ela conheceu num chat na Internet. Seus “animais de estimação” são peixes digitais, que ela “alimenta” na tela do computador.

Telas de computador, linhas de metrô e seus trens, ruas, prédios e carros formam o cenário urbano deste filme, que usa uma janela atípica, quadrada ao invés da convencional, alongada, reproduzindo, na descrição do diretor Marcelo Gomes “uma mistura de estéticas do Instagram e de uma polaroide”.

O formato causa uma certa estranheza inicial ao espectador, mas também concentra o foco do olhar no cotidiano miúdo destes poucos personagens. No fim, “O Homem das Multidões” é um filme de sensações, que anseia por criar uma cumplicidade com o público a partir de uma esfera dramatúrgica bem minimalista.

A saber: Margô vai se casar e quer que Juvenal seja o padrinho; ele hesita. Há muito de não-dito neste afeto entre os dois, que se expressa por olhares, por falas aparentemente sem muita força, mas que mantém aceso um compartilhamento de sensações e sentimentos. A tecnologia muda mais do que a natureza humana, é o que o filme parece dizer.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/2014-07-30/em-o-homem-das-multidoes-a-solidao-vira-protagonista.html

Eles não usam black-tie (1981)

Eles não usam black-tie é um filme brasileiro de 1981 dirigido por Leon Hirszman, com fotografia de Lauro Escorel e baseado na peça Eles não usam black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri.

Um movimento grevista se inicia numa empresa. Um operário está preocupado com sua namorada, que engravidou, e eles decidem se casar. Para não perder o emprego, ele resolve furar a greve, que é liderada por seu pai, iniciando um conflito familiar que se estende às assembleias e piquetes.